Olha aí, não vou escapar de dizer que eu vou (de novo) ao show da Madonna. Tô achando que ela vai mandar uma dublê ou playback (tipo a Britney), porque, aos 50, e no final de turnê, nunca se sabe, mas nada disso me impediu de febrilmente ficar quase doze horas numa fila e sair com um honroso convite de pista (queria mesmo o Vip, mas… há mais fila de idosos entre mim e a bilheteria do que supõe nossa vã madonnamania).
*Virou uma cafonalha só o VMA awards, bem ao gosto dos americanos, aquelas coisas hip hop que só eles acham graça e pagam milhões pros negões não virarem Belo, aqueles shows sem sal (apenas o começo do da Aguilera salvou), aquele apresentador uó, mas enfim, tava ali só pra ver (o que restou da) Britney. Tava bonita, deu a impressão que a MTV era boazinha e fez a festa só pra ela levar os prêmios. Mas até eu torci. Adoro a redenção dos ídolos pop, tá lendo, Amy?
*”Toxic” é clássico, sem dúvida. A Britney pós-In the zone é bem mais (produzida) interessante, hã?
*Jacques Brel inspirou meio mundo dos cantores dos 60/70 (Scott Walker, Van Morrison, Bowie, Cohen etc. O Scott, “formidable”, gravou muita coisa em inglês do Brel). Angela Roro gravou “Ne me quitte pas”. A cena vale mais que qualquer coisa:
*C’est tout. Bati.